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TESTEMUNHOS
Márcio Luís Sampaio Santos:
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“Eu me encontrava totalmente acabado
pelas drogas, morava nas ruas e vivia envolvido com tudo de
ruim que se pode imaginar. Ganhava dinheiro como segurança
no tráfico de drogas, mas gastava tudo, e no fim do
dia, não tinha dinheiro nem pra comer”
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Plínio Mota:
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”Fui mendigo durante 7 anos...doente,
fui internado 3 vezes tuberculoso...”
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Raimundo dos Anjos Silva:

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“Vivi esta vida infernal por quase 6 anos.
Os meus amigos, minha família, ninguém acreditava
que eu iria me recuperar, todos corriam de mim e me chamavam
de louco.”
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TESTEMUNHO DE RAIMUNDO
Amados irmãos a Paz e a Graça do Senhor. Quando
velho homem, eu era conhecido como Russo do Pandeiro, não
só pela mídia como no meio artístico em Salvador
e um pouco no Rio de Janeiro. A palavra de Deus que é a única
verdade neste mundo diz em II Coríntios 4: 4: “Nos
quais o Deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos
para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da
Glória de Cristo, que é a imagem de Deus.”
Hoje sou um novo homem, meu nome é Raimundo dos Anjos Silva
fui agraciado com a misericórdia de Deus, pois passei 06
meses na casa de Recuperação DESAFIO JOVEM PENIEL
em Dias D’Ávila, onde fui bem cuidado e evangelizado.
Este meu testamento é para mostrar o grande amor que o Senhor
Deus tem por todos nós.
Tive uma boa infância, porém meus pais adotivos tinham
uma doutrina cheia de idolatria. A mulher que me criou me deu amor,
carinho e educação e eu a amava muito. Com 7 anos
eu já comecei a beber vinho com água e açúcar
nas “sexta-feiras Santa”, como também na “novenas
de Santo Antonio”, que tinha muitos licores (minha mãe
adotiva tinha devoção com Santo Antônio, mais
Santo é o Senhor Jesus). Como toda criança eu gostava
destas bebidas, pois era doce e gostoso.
Com 17 anos fui conhecer minha mãe biológica no
Rio de Janeiro. Aí foi que comecei a ter dinheiro nas mãos,
freqüentar escolas de samba, jogar futebol. Eu jogava muito
bem, mas como já estava muito envolvido com bebidas não
tive sucesso como jogador. Quando voltei para Salvador foi que recebi
o apelido de RUSSO DO PANDEIRO e fiquei muito conhecido nos blocos
e nas noites baianas.
Casei-me pela 1ª vez com uma moça muito boa, eu a
amava e ela me amava também. Antes de casar-me, ainda noivo,
entrei para uma grande empresa e logo comprei um carro e todo fim
de semana saía para farra.
Depois de casado chegava em casa cheio de bebida e procurava briga
sem motivo algum. A minha sogra, que lidava com feitiçaria,
me propôs fazer uns trabalhos com espíritos, pois afirmava
que eu ia melhorar, mas eu só piorava a cada dia. Bebia mais
e mais, e, foi tanta briga que o casamento acabou. Fiquei com carro
na mão, só farreando, sem pensar em mais nada e quase
perdi o meu emprego, por que enchia o carro de falsos amigos e saía
para curtir, como se diz hoje. Uma vez eu bati com o carro num poste
e botei fogo. Na época eu não percebi, mas eu tive
um livramento do Senhor Jesus, pois o carro podia ter explodido,
destruindo o meu rosto. Logo depois comprei um outro carro que troquei
por uma caixa de cerveja.
O vício da bebida era tão forte que por muito pouco
eu não perdi o emprego. Fui internado algumas vezes em casa
de Saúde para tratar do alcoolismo e mesmo assim perdia muitos
dias de trabalho. Quando me davam alta, voltava a trabalhar. Creio
que só consegui minha aposentadoria pela misericórdia
de Deus, pois apesar de ser uma grande empresa eu trabalhei apenas
02 ou 03 anos. GLÓRIA A DEUS por isso.
À procura de outra mulher e sempre na esperança de
encontrar uma mulher especial, pois as mulheres com as quais eu
andava não serviam, por serem vulgares, me envolvi com uma
mulher, que ficou logo grávida e se tornou a mãe dos
meus três filhos. Fui morar com ela no antigo Maciel que hoje
se chama Pelourinho. Como era um antro de perdição,
cada vez mais me embriagava, andando em farras e ela, que também
gostava da coisa, me acompanhava para diversos pagodes e bebedeiras.
Como eu disse antes eu faltava muito ao trabalho, chegava lá
embriagado procurava em canto para dormir e fugir do serviço.
O mais absurdo é que eu começava bebendo uísque
da melhor qualidade e quando o dinheiro ia acabando, eu bebia o
que achasse, até álcool de carro eu bebi.
Minha mãe biólogica veio passear aqui em Salvador
e resolveu me levar para o Rio de Janeiro novamente. Passei 03 meses
com ela. Ao voltar do Rio fui para minha casa e a vida com a mãe
dos meus filhos foi ficando cada vez pior, até que eu saí
de casa depois de tantas brigas e maus tratos (ela incentivava os
irmãos a me espancar bêbado, sem defesa e mandava a
policia me prender. Eu apanhava da policia e ela sentia prazer nisso
tudo).
Fui morar na rua. Virei mendigo na Baixa dos Sapateiros. Vejam
só! eu tinha uma aposentadoria que daria muito bem para alugar
um quartinho para viver,
mas o inimigo queria me ver no fundo do poço, e eu estive
no fundo do poço. Vivi essa vida infernal entre 05 a 06 anos
mendigando, dormindo em papelões sem tomar banho. Fedia a
10 metros de distância. Os meus amigos, minha família
ninguém mesmo acreditava que eu iria me recuperar, todos
corriam de mim e me chamavam de louco.
Eu me sentia triste e humilhado, pois não tinha forças
para me libertar daquela vida maldita. Eu sentia no coração
uma dor muito grande em ver que aqueles que se diziam meus amigos,
que andavam no meu carro, saíam em escolas de samba, que
farreavam comigo, bebiam e comiam muitas vezes as minhas custas
me deram as costas, tinham nojo e vergonha de falar comigo. Eu fui
escravizado pelo Carnaval e por Festas de Largo (hoje é dia
13 de janeiro de 2005, “Festa da Lavagem do Bomfim”
e, eu estou aqui escrevendo este meu testemunho, para HONRA E GLORIA
DO SENHOR JESUS, no dia da lavagem. ALELUIA, ALELUIA!
Quando faltavam 15 dias para o Carnaval em 1997, vi uma Kombi
que passava sempre catando mendigos. Começaram a chamar alguns
e eu não fui chamado. Mesmo assim resolvi entrar naquela
Kombi. Hoje tenho absoluta certeza de que, quem me chamou foi o
Senhor Jesus. Ao entrar naquele carro eu deixei para trás
1 litro de cachaça.
E o mendigo foi para aquele pedacinho do céu que é
uma grande Obra de Deus que se chama DESAFIO JOVEM PENIEL. Fica
em Dias D’Ávila, cujo Ministro de Deus é o Pastor
Magella. Um verdadeiro homem de Deus.
Bem, para que todos tenham uma idéia esse foi o melhor
Carnaval de toda minha vida. Dentro daquela casa na presença
do Senhor Jesus, num ambiente de paz que eu não conhecia.
Eu mendigava na época da 1ª Ceia de Natal com Carentes,
promovida pela Missão Batista Pelourinho, e na 7ª Ceia
eu estava lá dando meu lindo testemunho, como novo homem.
Eu mendigava ao lado do Fórum Ruy Barbosa e hoje sou casado
com uma mulher abençoada, que é chefe de cartório
no próprio Fórum Ruy Barbosa. Participo também
de um grupo musical evangélico de nome BONS FRUTOS onde toco
pandeiro e sou coordenador. Os irmãos que compõem
o grupo também passaram por muitos problemas na vida e dão
grandes testemunhos para salvar vidas para o Senhor Jesus.
E O MEDINGO DE ONTEM É HOJE UM PRINCIPE DO SENHOR JESUS.
TODA HONRA E TODA GLORIA PARA O SENHOR JESUS. AMEM.
Ass.: O VELHO HOMEM: RUSSO DO PANDEIRO
Ass.: O NOVO HOMEM RAIMUNDO DOS ANJOS SILVA. AMEM
TESTEMUNHO DE MARCIO
Meu nome é Márcio Luís Sampaio Santos. Nasci
no dia 03 de Junho de 1974, em Salvador, Bahia. Tenho mais três
irmãos. Até os 18 anos tive uma vida como a de qualquer
outro jovem de classe média. Estudava em colégios
particulares, fazia curso de inglês, etc...Quando completei
18 anos resolvi desprezar os conselhos e cuidados de meus pais,
estes desejavam que eu continuasse a morar com eles e também
continuasse com meus estudos. Eu, porém, comecei a trabalhar
e fui morar sozinho, indo na casa de minha família bem raramente.
Não precisou de muito tempo para começar a me envolver
com pessoas de conduta indigna, pois eu trabalhava numa loja no
comércio e quando terminava o meu expediente freqüentava
bares com prostitutas, traficantes e ladrões. Comecei então
a virar um alcoólatra e usuário de drogas. Aos 20
anos já estava totalmente viciado. Visitava a casa de meus
familiares raramente, e quando lá chegava meus entes e amigos
não conseguiam compreender o que havia acontecido comigo
(o menino mais tranqüilo daquela rua). Meu semblante estava
desfigurado, meu cabelo era grande e enrolado, usava 2 argolas,
tinha sete tatuagens no corpo, falava bruscamente e não largava
o revólver por nada.
Depois de muitos conselhos de minha mãe e de meu pai resolvi
voltar para casa de meus pais, não mais como um jovem tranqüilo
e calmo, mas como um desordeiro do bairro. As pessoas não
conseguiam entender o que havia acontecido comigo, pois só
vivia embriagado e drogado, brigava com todos, desrespeitava e agredia
meus pais e irmãos, era uma “desgraça ambulante”.
Minhas irmãs quando interrogadas pelas pessoas, negavam que
eu era o irmão biológico delas e alegava que eu havia
sido adotado. As pessoas faziam abaixo assinado para minha família
se retirar do condomínio em que morávamos, pois não
suportavam mais o que eu fazia. Quando estava armado ameaçava
a todos, aonde eu chegava as pessoas corriam ao ponto de algumas
até me chamarem de “Lampeão”.
Conheci uma jovem e comecei a morar com ela, ela engravidou 2 vezes
e me deu dois filhos Mateus e João Pedro (hoje criados por
minha mãe), mas eu a espancava muito. Tentei mais uma vez
parar com tudo aquilo, mas não consegui, minha vida estava
indo cada dia pior; já havia deixado de trabalhar e bebia
cachaça destilada. Um dia depois de sair de um biscate que
fazia como segurança e haver recebido o dinheiro do mês,
Comecei a beber e me drogar.
Quando cheguei em casa tive uma séria discussão com
a mãe de meus filhos que culminou em uma agressão
física grave contra ela (que tinha uns 25 anos de idade)
fiquei desesperado e peguei algumas peças de roupa e me dirigi
à rodoviária de Salvador, esperei amanhecer o dia
e comprei uma passagem para São Paulo onde um amigo de infância
morava. Depois de 36 horas de viagem cheguei a São Paulo
com pouco mais de R$ 200,00 na mão. Procurei este amigo com
o endereço que ele havia dado anos atrás, mas não
consegui localizá-lo. Fiquei, então, morando na rua,
envolvido com tráfico de drogas e outras coisas piores no
estado de São Paulo, cidade de Santos. Até que um
dia, muito embriagado, entrei em uma igreja evangélica e
quando o culto terminou uma mulher que estava ali veio e me falou
de Jesus e me fez algumas perguntas sobre a minha vida, então
comecei a contar de onde eu era e o que havia acontecido comigo.
Depois, ela me deu alguma comida e alguma roupa e pediu o telefone
da minha família. Eu me encontrava totalmente acabado pelas
drogas, morava nas ruas e vivia envolvido com tudo de ruim que se
pode imaginar. Ganhava dinheiro como segurança no tráfico
de drogas, mas gastava tudo e no fim do dia não tinha dinheiro
nem pra comer.
Depois de alguns dias cheguei novamente a ir aquela igreja para
conseguir alguma roupa. Foi quando a mesma mulher, que era uma missionária,
me informou que havia feito contato com minha família e que
eles estavam preocupados, me informou também que a jovem
que eu morava e mãe dos meus filhos estava morando com minha
mãe. Foi aí que resolvi voltar para Salvador. Entrei
em contato com minha família que logo cuidou em mandar dinheiro
e passagem de volta.
No dia 1 de janeiro de 1999 cheguei de volta a Salvador 100 vezes
pior do que havia saído, continuei a fazer as mesmas coisas
(e até piores!) que fazia antes. Minha família resolveu
não mais me aceitar em casa, exceto minha vó e minha
mãe que ficaram desesperadas sem saber o que fazer. Minha
mãe me disse que o único lugar que eu poderia ficar
era um centro de recuperação em Periperi subúrbio
de Salvador e que eu teria a oportunidade de mudar de vida. Fiquei
insatisfeito, mas não tendo para onde ir, preferi me dirigir
ao Centro de Recuperação com o objetivo de ficar alguns
dias e depois retornar a São Paulo. Cheguei no centro no
dia 09 de setembro de 1999 e fui recebido pelo diretor irmão
Ananias que conversou comigo e me deu muitos conselhos e autorizou
a minha estadia ali um lugar com cerca de 40 outros na mesma situação.
Mas até então eu não estava satisfeito em
estar naquele lugar e comecei a falar em ir embora, pois na gostava
dos cultos e não gostava de ter que obedecer aos líderes
daquele centro de recuperação. Já havia planejado
a minha saída dali lá para o dia 14 de setembro. Muitos
jovens que ali estavam me davam conselhos para aceitar Jesus e permanecer
com eles, mas entrava por um ouvido e saia pelo outro. Até
que no dia 14 de setembro - um sábado - por volta das 19:00
hs., um Pastor e uma comitiva chegaram aquele lugar para levar um
jovem para se recuperar, era o Pr. Aurizer Braga de Sena, da Missão
Batista Pelourinho. Foi feito um culto ali e a palavra foi pregada
mas naquele dia Deus falou de uma forma tão singular ao eu
coração e me expôs que só Jesus poderia
mudar a minha vida. Então, chorando muito, aceitei Jesus
como meu Senhor e Salvador. Depois de cerca de três meses
passei a ser obreiro daquele centro de recuperação
e passei a cuidar de outros jovens que tinham problemas com drogas
como eu tinha no passado.
Passei a freqüentar a missão Batista do Pelourinho
e voltei a freqüentar a casa de minha família totalmente
liberto dos vícios. Novamente as pessoas não conseguiam
entender o que havia acontecido comigo, pois andava limpo, bem vestido
e com a Bíblia na minha mão comecei a conquistar a
confiança da minha família e da minha vizinhança.
Quando procurei a minha companheira, que era mãe de meus
filhos, para reatar o relacionamento e nos casarmos, ela não
aceitou. Alegou-me que não gostava de evangélico e
não ia suportar conviver comigo. Agradeci a Deus, pois sabia
que Ele estava no comando da minha vida.
Muitas pessoas que no passado me descriminavam, agora faziam convites
para dar palestras e testemunhos em escolas, etc. Depois de algum
tempo, fui batizado e continuei a trabalhar como obreiro no centro
de recuperação VIDAS, congregando na Missão
Batista Pelourinho, onde conheci uma jovem chamada Valmira, que
hoje é minha esposa e mãe do meu filho caçula
Elias, de 02 anos. Saí do centro de recuperação
para me casar e passei a trabalhar na Igreja Batista do Garcia,
onde fiquei durante quase 2 anos, até que fui chamado por
Deus para fundar com a MBP o Centro de Ressocialização
“Cidade de Refúgio”, que funciona na localidade
de Amado Bahia. Fui então consagrado e enviado ao campo missionário,
onde permaneço até o dia de hoje, cuidando com minha
esposa de jovens que precisam de Jesus. Agradeço a Deus pela
misericórdia que Deus teve de mim e tirou do reino das trevas
e me transportou para o reino da Sua maravilhosa luz.
TESTEMUNHO DE PLINIO
Salvador 22 de Janeiro de 2005
De Mendigo à Príncipe
Venho através deste testemunho glorificar o nome do Senhor
Jesus Cristo.
Fui mendigo durante 07 anos em plena cidade de Salvador. Como tal
não só vivia da caridade pública, mas também
me alimentava de restos de comidas azedas jogadas nas lixeiras.
Brigava por um pedaço de papelão para dormir nas calçadas.
Devido as drogas fui desprezado pela família e pela sociedade.
Doente, fui internado três vezes tuberculoso, na terceira
vez cheguei a pesar 35Kg. Sem esperança de viver, parei para
refletir e indagar a mim mesmo o porque de tal situação
humilhante.
Enquanto assim pensava aproximou-se um casal da Missão
Batista Pelourinho, que me falou de uma esperança viva da
possibilidade de experimentar um novo nascimento.
Sendo assim participei da Ceia de Natal para Carentes, logo após
fui enviado pela Missão Batista Pelourinho ao Centro de Recuperação
Vidas, onde fui liberto pelo poder de Jesus Cristo. Hoje sou casado,
tenho uma filha, e minha família que antes me desprezou hoje
me recebe com muita alegria.
Em mim cumpriu-se o que leio em Salmos 113. v 7-8.
Com muita alegria EU SOU UM DELES, pois passei dos trapos para
riquezas.
Ass. Plínio Mota.
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